Quem fiscaliza a faixa de fronteira na Amazônia, órgão por órgão
Polícia, Receita, Forças Armadas e governos estaduais dividem tarefas numa faixa de 150 km de largura. Veja como essa divisão funciona na prática.
A Amazônia, as fronteiras e as riquezas do Brasil.
Polícia, Receita, Forças Armadas e governos estaduais dividem tarefas numa faixa de 150 km de largura. Veja como essa divisão funciona na prática.
O recorte criado por lei para planejar a região reúne nove estados. Entenda a diferença entre a divisão política e a natural.
São quase 17 mil quilômetros de divisa terrestre com dez países. Na faixa de 150 km ao longo dela valem regras próprias de ocupação, comércio e segurança.
Países vizinhos: Guiana Francesa, Suriname, Guiana, Venezuela, Colômbia, Peru e Bolívia
Países vizinhos: Bolívia e Paraguai
Países vizinhos: Paraguai, Argentina e Uruguai
A subida e a descida das águas definem plantio, pesca, transporte e até o calendário escolar de muitas comunidades.
Açaí, castanha, óleos e pesquisa com espécies nativas aparecem sob o mesmo nome. Veja o que cabe nele e o que fica de fora.
Títulos de terra, cadastros e terras públicas sem destinação estão no centro de muitos conflitos. Entenda os conceitos básicos.
Compra de terras, concessões e algumas atividades econômicas seguem regras próprias perto da divisa. Veja as principais.
Identidade, passaporte, autorização para menores e regras para veículos variam conforme o país vizinho. Confira antes de sair.
Cota de isenção, produtos proibidos e declaração na volta. Um guia para quem faz compras nas cidades vizinhas.
Uma volta pela fronteira terrestre do país: quais estados encontram quais países e o que muda em cada trecho.
Outorgas, comitês de bacia e regras de operação dos reservatórios decidem quem usa a água e quando. Um guia do sistema.
Permissão de lavra, área autorizada e destino do ouro definem a fronteira entre atividade regular e crime ambiental.
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Um território só é de fato nacional quando o cidadão encontra ali escola, documento, posto de saúde e segurança.
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Proteger a floresta e desenvolver a região são tarefas do país, e funcionam melhor com leis estáveis e previsíveis.
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Emprego, estrada e serviço público fixam a população e reduzem o espaço para atividades ilegais na divisa.
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Minerais estratégicos pedem planejamento de longo prazo, que atravesse mandatos e não mude a cada eleição.
Pequenas guarnições em pontos isolados vigiam rios e trilhas e, muitas vezes, são o único sinal do Estado em centenas de quilômetros.
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Poucos passageiros, pistas curtas e combustível caro explicam passagens que pesam no bolso de quem mora longe das capitais.